Crônica: Duvidando da existência de Deus - Baseado em crônica de Paulo Coelho

Crônica: Duvidando da existência de Deus - Baseado em crônica de Paulo Coelho

Leia também: Ação e reação - Por Ruach Kadosh

Leia também: Ação e reação - Por Ruach Kadosh

Publicada há 11 horas

Minutinho: Ação e reação

Por Ruach Kadosh

 É fora de dúvida que toda ação desencadeia uma reação: Se a ação for boa, a reação será positiva; porém, se a ação for má, a reação será negativa. O próprio Jesus disse que não se colhe uvas de espinheiros; um grande instrutor ensinou que a semeadura é livre, porém a colheita é obrigatória. Nós, os cristãos, acreditamos que a vida é um grande campo e compete a nós cultivá-lo com sementes de boa qualidade.

Certa ocasião Jesus disse aos Seus discípulos que “a seara é grande, mas os trabalhadores são poucos”. Segundo o dicionário, “seara” é “extensão de terra semeada, cultivada”; todos nós somos semeadores e colheremos segundo a qualidade da semente que plantamos. Nossos atos, emoções, palavras e pensamentos são as sementes, e da qualidade dessas sementes depende nossa felicidade na Terra e depois desta vida.

Quando Jesus afirmou que “os trabalhadores são poucos”, certamente Ele se referia a semeadores conscientes que semeiam a boa semente e constroem o reino de Deus na Terra (e em seus próprios corações).

Portanto, se a tua colheita de hoje te causa dissabores e sofrimentos, tome cuidado com o tipo de semente que você está lançando no campo da tua vida!

Faça ainda hoje uma autocrítica e programe sua reforma moral, selecionando, desta forma, as sementes do teu campo. E lembre-se: sua felicidade presente e futura depende apenas e tão somente de você!

Apure os ouvidos e ouça: Jesus está contando a história da tua vida: “Eis que o semeador saiu a semear...”.

Crônica: Duvidando da existência de Deus

Baseado em crônica de Paulo Coelho

Um homem foi cortar o cabelo e a barba numa popular barbearia no centro da cidade. Como sempre acontece, ele e o barbeiro, antigos amigos, ficaram conversando sobre várias coisas, até que - por causa de uma notícia de jornal sobre meninos abandonados - o barbeiro afirmou: 

- Como o senhor pode ver, esta tragédia com essas pobres crianças mostra que Deus não existe. 

- Como? - Indagou o cliente, sem entender direito. 

- O senhor não lê jornais? Temos tanta gente sofrendo, crianças abandonadas, crimes de todo tipo. Se Deus existisse, não haveria sofrimento. 

O homem ficou pensando, mas o corte do cabelo já estava quase no final, e resolveu não prolongar a conversa. Voltaram a discutir temas mais amenos. Com o serviço foi terminado, o cliente pagou a conta, despediu-se, e saiu. 

Entretanto, a primeira coisa que viu na rua foi um mendigo, com barba de muitos dias, e longos cabelos desgrenhados. Imediatamente, voltou para a barbearia, e falou para a pessoa que o atendera: 

- Sabe de uma coisa, meu amigo? Os barbeiros não existem!

- Como não existem? Eu estou aqui, e sou barbeiro. Não está vendo?

- Não existem! - insistiu o homem. - Porque se existissem, não haveria pessoas com barba tão grande, e cabelo tão desgrenhado como aquele mendigo sentado ali na calçada! 

- Posso garantir que os barbeiros existem. Acontece que este homem nunca veio até aqui. 

- Exatamente! Então, para responder sua pergunta, Deus também existe. O que passa é que algumas pessoas não vão até Ele. 

O texto é de livre manifestação do signatário que apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados e não reflete, necessariamente, a opinião do 'O Extra.net'.

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