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Ação da PM e OAB flagra caso de violência contra mulher no Rosa Amarela, em Fernandópolis

Ação da PM e OAB flagra caso de violência contra mulher no Rosa Amarela, em Fernandópolis

Vítima relatou cárcere privado, violência sexual, ameaças com faca e violência psicológica

Vítima relatou cárcere privado, violência sexual, ameaças com faca e violência psicológica

Publicada há 49 minutos

Unidade de Saúde do Rosa Amarela. Foto: Divulgação / Fonte: PM-SP

Da Redação

Uma ação conjunta da Polícia Militar do Estado de São Paulo e da Ordem dos Advogados do Brasil resultou na prisão em flagrante de um homem acusado de manter uma mulher em situação de cárcere privado, além de submetê-la a violência sexual, ameaças e violência psicológica, em Fernandópolis.

A ocorrência foi registrada nesta terça-feira (5), no bairro Rosa Amarela, após equipes serem acionadas para averiguar uma denúncia de violência doméstica. No local, a vítima relatou que vinha sendo impedida de sair da residência e sofrendo sucessivos episódios de violência, além de ameaças constantes feitas pelo suspeito, inclusive com o uso de facas.

Diante dos relatos e das evidências constatadas durante a abordagem, os policiais deram voz de prisão ao acusado, que foi encaminhado à delegacia da Polícia Civil do Estado de São Paulo em Fernandópolis, onde permaneceu à disposição da Justiça. O caso seguirá sob investigação.

Como vítimas de violência doméstica podem buscar ajuda

Casos de violência doméstica, violência sexual, ameaça, perseguição ou cárcere privado devem ser denunciados imediatamente. Especialistas orientam que a vítima procure um local seguro e acione as autoridades assim que houver oportunidade.

Entre os principais canais de atendimento estão:

  • Polícia Militar (190): em situações de emergência ou risco imediato;
  • Central de Atendimento à Mulher (Disque 180): canal gratuito, sigiloso e disponível 24 horas para orientações e denúncias;
  • Delegacia de Defesa da Mulher (DDM): unidade especializada para registro de boletins de ocorrência e solicitação de medidas protetivas;
  • Aplicativo “SP Mulher Segura”, do Governo de São Paulo, que permite acesso rápido a serviços de proteção;
  • Ministério Público e Defensoria Pública: para orientação jurídica e acompanhamento dos casos.

As autoridades também orientam que, sempre que possível, sejam preservadas provas como mensagens, áudios, fotografias, registros médicos, nomes de testemunhas ou qualquer outro elemento que possa auxiliar nas investigações.

Em casos de ameaça iminente, familiares, vizinhos ou amigos também podem acionar a polícia, mesmo sem a presença da vítima, contribuindo para interromper situações de violência e preservar vidas.

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