Por Diário da Região
O que era para ser um programa sexual acabou em confusão. A garota de programa, de 21 anos, e o cliente, que é um policial militar de 56 anos, foram parar na delegacia de Rio Preto.
Tudo começou porque o policial militar não conseguiu manter relação sexual com a garota e exigiu que ela devolvesse o dinheiro do serviço.
Segundo informações do boletim de ocorrência, o encontro sexual foi na casa da garota de programa, no bairro Boa Vista. Conforme combinado, ele pagou R$ 200 em dinheiro por 30 minutos de sexo.
A partir deste momento, surgem duas versões. A moça diz que teve paciência para esperar o homem entrar no clima. Como isso não aconteceu, ela deu o programa como encerrado, mas exigiu o pagamento, porque ela ficou os 30 minutos à disposição do cliente.
Na versão do cliente, a culpa foi da garota de programa, que segundo ele, a mulher estava com "muita frescura". Como ela não prestou o serviço combinado, ele exigiu que o dinheiro fosse inteiramente devolvido.
Os dois chamaram a Polícia Militar e foram levados até a Central de Flagrantes. O delegado de plantão, José Luis Chain, registrou o boletim de ocorrência, como de ameaça, constando como autores e vítimas, tanto cliente quanto a prostituta.
Carteirada
A garota de programa alega que cliente exigiu a devolução do dinheiro como as seguintes palavras "sou policial militar e não vou embora enquanto não tiver meu dinheiro de volta". O homem se defende dizendo que além de não devolver o dinheiro, a mulher o teria ameaçado com uma faca.
Como após muito bate-boca e depoimentos, cliente e garota de programa não entraram em acordo, os dois foram liberados e orientados a procurar a polícia para abrir inquérito policial para investigar quem está com a razão.
Não consta no boletim de ocorrência com quem ficou o dinheiro.