SÉRIE ESPECIAL
‘Minha função é servir’: Carlinhos está na Prefeitura desde os 12 anos de idade
‘Minha função é servir’: Carlinhos está na Prefeitura desde os 12 anos de idade
'Amo o que faço, atender aos funcionários', destaca o servidor municipal que já tem 43 anos de serviços prestados
'Amo o que faço, atender aos funcionários', destaca o servidor municipal que já tem 43 anos de serviços prestados
SECOM
Antônio Carlos Batista
Há algumas décadas, a guarda-mirim masculina de Fernandópolis era a principal referência para os meninos que queriam começar a trabalhar. Antônio Carlos Batista, o Carlinhos, foi um dos garotos fez dessa passagem por lá uma oportunidade de vida. Ele é o homenageado de hoje na séria escrita para destacar os servidores com mais anos de serviços prestados à Prefeitura de Fernandópolis, em lembrança ao Dia do Servidor Público, comemorado em 28 de outubro.
Nascido em 13 de junho de 1962, em Fernandópolis, filho de Elio Batista e Josefa Alves Filha Batista, Carlinhos começou a trabalhar aos 12 anos de idade na Prefeitura, com a oportunidade oferecida pela guarda-mirim. Executava diversas atividades, como ir aos Correios, cartório, bancos. Com o fim do tempo de guarda-mirim, ele continuou na Prefeitura como contratado. Trabalhou no Protocolo, Gabinete, Contabilidade, Fórum (anexo fiscal) e na Secretaria de Recursos Humanos. Em 1991, foi aprovado no concurso público para o cargo de Assistente Administrativo.
Há décadas, Carlinhos é funcionário da Secretaria Municipal de Recursos Humanos, local onde aprendeu diversas funções na prática. “Estou há muito anos no RH porque aqui juntou para mim o útil ao agradável. Eu gosto do serviço, das pessoas e as pessoas gostam de mim”, disse.
Ao longo de toda a caminhada no serviço público, Carlinhos diz que teve apoio e orientação de muitas pessoas. “Algumas foram muito importante na minha vida profissional, como o Milton Leão, Miguel Risk (in memoriam), José Maria Brambati eJoubertCavariani, que muito nos ajudaram”, disse.
A pessoa fundamental para que Carlinhos estive hátodo esse tempo no serviço público foi sua mãe. “Ela insistiu tanto para que eu entrasse na guardinha. Eu não queria ir, mas ela me venceu pelo cansaço. Hoje posso dizer que o serviço público foi tudo na minha vida. Tudo o que tenho devo graças a Deus, à guarda-mirim e seus comandantes, Geraldo Giovanini e Rubens de Castilho, e à Prefeitura”.
Casado com Yvone Aparecida Cestari Batista, Carlinhos é pai de Antônio Carlos Cestaria Batista e Euclides Cestari Batista, avô do Mateus Vilas Boas Batista e do Davi, que deve nascer em dezembro.