
Foto: Reprodução / Fonte: Arquivo pessoal
Da Redação
Agora é oficial: a Santa Casa de Fernandópolis confirmou a assunção da gestão da Santa Casa de Pereira Barreto. A medida ocorre após decreto de intervenção municipal na unidade, motivado por um cenário financeiro e operacional considerado crítico pela Prefeitura.
O anúncio foi consolidado durante reunião que contou com a presença do prefeito de Pereira Barreto, Hérminio Barbosa Komatsu; da coordenadora hospitalar, Ana Carolina Zaneta; da chefe de gabinete Vanessa Gardim; e do novo provedor-chefe administrativo, Marcus Vinícius Chaer. Também participaram Zheng Jie Feng, diretor operacional da Santa Casa de Fernandópolis, e o colaborador Cleber Rocha (foto).
A decisão foi tomada após a realização de uma auditoria técnica que identificou passivos financeiros e gargalos estruturais complexos, exigindo medidas imediatas. O diagnóstico foi determinante para a intervenção e para a definição de que a reestruturação será conduzida pela equipe de Fernandópolis.
Intervenção técnica será coordenada por Marcus Chaer
A escolha pela equipe administrativa de Fernandópolis levou em consideração a experiência do gestor Marcus Vinícius Paço Chaer em processos de reestruturação hospitalar. Atual provedor da instituição, ele possui histórico de atuação como interventor judicial e já esteve à frente da reorganização de outras unidades de saúde no Estado de São Paulo.
A estratégia é aplicar em Pereira Barreto o mesmo modelo de gestão voltado à eficiência administrativa e à recuperação de serviços, com foco na reorganização técnica e financeira da unidade.
Plano será apresentado à Câmara para garantir transparência
A Prefeitura de Pereira Barreto informou que a nova gestão técnica já se colocou à disposição para apresentar as diretrizes do plano de trabalho aos vereadores. O objetivo é detalhar as ações emergenciais, expor metas de curto prazo e permitir a participação do Legislativo no processo.
Com o apoio do Executivo municipal, a equipe de Fernandópolis pretende assegurar a continuidade dos serviços essenciais à população. A integração entre as instituições é apontada como fundamental para superar a crise estrutural e garantir a sustentabilidade da unidade hospitalar a longo prazo.